| Sancionado com vetos Estatuto da Pessoa com Deficiência |
A norma passa a vigorar em 180 dias.
A presidente Dilma Rousseff sancionou nesta segunda-feira, 6, com vetos, a lei 13.146/15, que institui o Estatuto da Pessoa com Deficiência. A norma foi publicada na terça-feira, 7, no DOU, e passa a vigorar após 180 dias.
Aprovado em junho pelo Congresso Nacional, o texto destina-se a assegurar e a promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania.
A norma classifica o que é deficiência, prevê atendimento prioritário em órgãos públicos e dá ênfase às políticas públicas em áreas como educação, saúde, trabalho, infraestrutura urbana, cultura e esporte para as pessoas com deficiência. Entre as inovações da lei estão o auxílio-inclusão, que será pago às pessoas com deficiência moderada ou grave que entrarem no mercado de trabalho; a definição de pena de reclusão de um a três anos para quem discriminar pessoas com deficiência; e ainda a reserva de 10% de vagas nos processos seletivos de curso de ensino superior, técnico e tecnológico para este público. Conforme a lei, será criado na internet o Cadastro Nacional de Inclusão da Pessoa com Deficiência para coletar, processar e disseminar informações que permitam a identificação e a caracterização socioeconômica da pessoa com deficiência, bem como das barreiras que impedem a realização de seus direitos. Para garantir a acessibilidade, a lei também prevê mudanças no Estatuto da Cidade para que a União seja corresponsável, junto aos estados e municípios, pela melhoria de condições de calçadas, passeios e locais públicos para garantir o acesso de pessoas com deficiência.
Fonte: Migalhas (jul.2015)
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sexta-feira, 17 de julho de 2015
Pessoa com Deficiência
| Sancionado com vetos Estatuto da Pessoa com Deficiência |
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quarta-feira, 15 de julho de 2015
Advogados em Santarém PA.
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sexta-feira, 6 de março de 2015
CRIMES NA INTERNET - DENUNCIE
Crimes na internet, denúncias anônimas passam de 180 mil em 2014.
Em 2014, a Central Nacional de Denúncias de Crimes
Cibernéticos (CND) da SaferNet
Brasil recebeu e processou 189.211 denúncias anônimas, envolvendo
58.717 páginas diferentes na web, das quais 7.092 foram removidas. As denúncias
foram escritas em oito idiomas e hospedadas em 9.066 hosts diferentes,
conectados à internet através de 6.427 números IPs distintos, atribuídos para
63 países, em cinco continentes.
Como fazer uma denúncia
É importante ressaltar que as denúncias são anônimas, ou
seja, você não corre o risco de ser identificado.
Antes de efetuar uma denúncia é importante checar qual é o
tipo de conteúdo que você julga ser criminoso. Por isso, é fundamental entender
o que cada uma das formas de denúncia significa. Na página do SaferNet há uma descrição completa de cada um
dos itens.
Em comparação com o ano de 2013, o número de novas páginas
denunciadas teve um aumento de 8,29%. De acordo com as estatísticas, houve um
aumento de 34,15% nas denúncias de páginas apontadas como racistas e 365,46%
nas denúncias de conteúdos supostamente relacionados à xenofobia.
A maioria dessas páginas foi criada no período eleitoral:
entre o início no dia 06 de julho e a semana seguinte à divulgação do resultado
do segundo turno das eleições. Em apenas um dia (27/10 – dia seguinte ao
resultado final da eleição presidencial) foram recebidas 10.376 denúncias
anônimas contra 6.909 links diferentes apenas nas redes sociais – um recorde
histórico para um único dia desde 2006.
“Esse grande número de denúncias comprovam que a sociedade
brasileira está vigilante e não irá tolerar manifestações de extremismo e
preconceito contra as minorias nas redes sociais”, destaca Thiago Tavares Nunes
de Oliveira, presidente da SaferNet Brasil.
Também chamou a atenção que, as denúncias envolvendo páginas
suspeitas de Tráfico de Pessoas aumentaram 192,93% em comparação com 2013. A
maioria das páginas denunciadas nesta categoria em 2014 fazia alusão ao
agenciamento de pessoas para a prostituição, incluindo adolescentes, durante a
Copa do Mundo, especialmente para as cidades-sede São Paulo, Rio de Janeiro,
Salvador e Fortaleza.
Sexting: vazamento de fotos íntimas
· Dentre os 1225 pedidos de ajuda e orientação psicológica
atendidos pela SaferNet Brasil em 2014, 222 foram relacionados a casos de sexting,
o que significa um aumento de 119,8% em relação ao ano de 2013, quando foram
atendidos 101 casos.
· Gênero: o sexting no Brasil continua
sendo um problema de gênero. Meninos e meninas produzem e compartilham imagens
intimas, mas são as mulheres quem mais sofrem com o problema e pedem ajuda. Em
2014, 81% dos casos atendidos as vítimas eram mulheres, 16% homens e 3% não
identificados.
· Idade: 53% das vítimas têm até 25 anos de idade (25% são
menores de idade, entre 12 e 17 anos, e 28% tem entre 18 e 25 anos); 39% das
vítimas tem acima de 25 anos e 8% não forneceram a idade.
Cyberbullying
· Em 2014, a SaferNet Brasil atendeu 177 casos
de cyberbullying.
· A maioria dos pedidos de ajuda e orientação nessa
categoria refere-se a situações de humilhações e intimidações repetitivas
através de redes sociais e dispositivos móveis.
Tráfico de pessoas
Em 2014, a SaferNet Brasil recebeu e processou 3.084
denúncias anônimas de tráfico de pessoas envolvendo 1.821 páginas (URLs)
distintas (das quais 196 foram removidas) hospedadas em 329 hosts diferentes,
conectados à internet através de 400 números IPs distintos, atribuídos para 20
países, em três continentes.
Houve um aumento de 192,93% nas denúncias de páginas
supostamente relacionadas ao tráfico de pessoas em relação a 2013. A maioria
das páginas denunciadas nesta categoria fazia alusão ao agenciamento de pessoas
para a prostituição, incluindo adolescentes, para as cidades-sede da Copa do
Mundo, especialmente São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Fortaleza.
Pornografia infantil
Em 2014, a SaferNet Brasil recebeu e processou 51.553
denúncias anônimas de Pornografia Infantil envolvendo 22.789 páginas (URLs)
distintas (das quais 3.283 foram removidas) hospedadas em 7.018 hosts
diferentes, conectados à internet através de 5.438 números IPs distintos,
atribuídos para 54 países, em cinco continentes.
Embora o ranking de denuncias no Brasil continue liderando
por nove anos consecutivos, em 2014 houve uma redução de 8,82% no número de
páginas novas denunciadas em relação ao crime de pornografia infantil e
pedofilia.
Contribuiu para esta redução a maior cooperação entre os 48
países membros do INHOPE ,
associação internacional de canais de denúncia, na detecção e remoção das
imagens de abuso sexual infantil, antes destas imagens serem disponibilizadas
nas redes sociais.
A SaferNet Brasil oferece um serviço de recebimento de
denúncias anônimas de crimes e violações contra os Direitos Humanos na
Internet, contanto com procedimentos efetivos e transparentes para lidar com as
denúncias. Além disso, contamos com suporte governamental, parcerias com a
iniciativa privada, autoridades policiais e judiciais, além, é claro, de você
usuário da Internet. Caso encontre imagens, vídeos, textos, músicas ou qualquer
tipo de material que seja atentatório aos Direitos Humanos, faça a sua denúncia.
PRIVACIDADE E SEGURANÇA
0 canal de denúncias mantém o sigilo (segredo) e confidencialidade
de todas as informações fornecidas pelos usuários. As mensagens são acessadas
apenas pela equipe de Psicólogos e só poderão ser reveladas às autoridades em
situações de suspeita ou confirmação de grave violência contra crianças e
adolescente, obedecendo o previsto no Art. 245 do Estatuto da Criança e
Adolescente. Utilizamos técnicas de criptografia (segurança dos dados) para
proteger suas informações. Como nenhum sistema de informática é 100% seguro.
sábado, 7 de fevereiro de 2015
Quem manda no Brasil?... Escândalo de corrupção na Petrobras.
Petrobras, notícias estarrecedoras, mais de US$ 200 milhões,
foram desviados(roubados) ao longo dos últimos anos da nossa maior empresa, esquema
que compromete o futuro de todas as gerações, que os responsáveis pelo maior escândalo de
corrupção da nossa história sejam punidos exemplarmente, precisamos ficar atentos para que não haja
qualquer manobra que desvie o centro desta questão.
Quem foram os responsáveis por estes desvios, quem foram
aqueles responsáveis por suas indicações e, em especial, quem foram os
beneficiários desse esquema.
Saída de Graça Foster não resolve problemas da Petrobras.
"Venho aqui, na qualidade de primeira presidenta eleita no
Brasil, para assistir à posse da primeira mulher presidenta de uma petroleira
no mundo.” Corria o mês de fevereiro de 2012, e Dilma Rousseff acabava de
colocar a sua amiga e colaboradora Graça Foster, uma engenheira química com
destacado perfil técnico e 31 anos de experiência na Petrobras, à frente da
maior empresa do Brasil. Todos eram só sorrisos, mas já naquela época analistas
do mercado de energia alertavam que seu antecessor no cargo, José Sérgio
Gabrielli, havia lhe deixado um campo minado. Em seu breve discurso, assim que
Rousseff terminou de falar, Foster prometeu entre outras coisas “disciplina de
capital”. Não está claro até o momento se a presidenta da empresa já estava
àquela altura a par da gigantesca trama de corrupção que desviara bilhões de
dólares na década anterior (período em que dirigiu várias áreas). O que se sabe
é que o caso Petrolão abreviou significativamente o seu mandato, no qual a
maior empresa pública da América Latina bateu recordes de produção, mas perdeu
quase a metade de seu valor de mercado.
Foster prometeu apurar responsabilidades a fundo, “doa a
quem doer”, e enviou três mensagens centrais: é preciso “melhorar a produção e
a transparência da Petrobras”, recuperar “o respeito” e “elevar o moral” de
85.000 trabalhadores acostumados a trabalharem no “orgulho do Brasil”.
Seja como for, a vida de Maria das Graças Silva Foster
(Caratinga, 1953) parece ter lhe forjado um caráter muito tenaz – chegou a ser
conhecida como “a dama de ferro do petróleo”. (Artigo Elpais.com).
Artigo de ALBERTO DINES
Seria o truque do velho balão de ensaio: o atual presidente
do Banco do Brasil seria na verdade, o boi de piranha, para saciar os mais
indignados.
Devidamente esfolado por críticos, o nome de Bendine seria
então retirado em favor de outro candidato sempre citado na lista dos
favoritos, também oriundo do setor público, também banqueiro e com uma
folha-corrida sem qualquer interrogação: o economista Luciano Coutinho,
presidente do BNDES.
Perigo, convém evitar manobras perigosas.
Tirar a Graça Foster não acaba com os problemas, ela não é o
mal da Petrobras.
Sai Graça Foster, entra Bendine, manter a Petrobras na mão, contra os espiões internos
e externos, é preciso preservar a cena do crime, e divulgar um balancete
politicamente correto e contabilmente criativo, tudo no padrão PAC.
Competência para administrar uma Empresa de economia mista, produzir
riqueza, dá muito trabalho, administrar com eficiência exige o cumprimento de
metas e orçamentos, cortar custos supérfluos, cobrar produtividade dos
empregados, fiscalizar e avaliar a atuação dos subordinados, supervisionar
projetos, acompanhar diariamente o desempenho operacional e
econômico-financeiro da empresa, intermináveis reuniões de trabalho, etc.
É
muita chateação. O quê devem pensar alguns
políticos? A vida é curta, é preciso aproveitar é melhor deixar a empresa
funcionando no automático,
terça-feira, 13 de janeiro de 2015
CARÊNCIA - PAIS AUSENTE
Na hora de se unir, o casal supervaloriza o bom e nega o ruim; para se separar, minimiza o bom e maximiza o ruim. Para casais que não têm filhos, essa separação pode até ocorrer de maneira tranquila. Entretanto, quando existem filhos, ela tem de ser muito cuidadosa porque, na realidade, é o casal que se desfaz, porém os papéis de pai e mãe permanecem, e os filhos continuam ligados aos dois, apesar de ambos já não terem elos entre si. #educação #atenção
Içami Tiba
Içami Tiba
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
Advogados em Santarém Pará - WhatsApp
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Hoyos Advocacia em Santarém /Pará
Hoyos Advocacia em Santarém /Pará
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
LUTA CONTRA A VIOLÊNCIA À MULHER - LEI MARIA DA PENHA
Brasil tem mais de mil serviços especializados em
atendimento à mulher.
Em dez anos, o número de serviços especializados de
atendimento à mulher teve um aumento de 309%. O total de atividades
especializadas cresceu de 332 para 1.027.
Algumas dessas iniciativas que compõem a Rede de Atendimento
às Mulheres em Situação de Violência são: Delegacias Especializadas de
Atendimento à Mulher (Deams), Casas Abrigo, Juizados de Violência Doméstica e
Familiar, serviços de Saúde, Centros de Referência de Atendimento à Mulher
(Ceams) e núcleos ou postos de enfrentamento ao tráfico de pessoas.
Neste total, estão contabilizados, além das Deams, Ceams e
Casas Abrigo, os Juizados, Varas Especializadas e Varas Adaptadas; os Núcleos
de Atendimento Especializado da Defensoria Pública; os Núcleos dos Ministérios
Públicos Estaduais Especializados em Violência ou Promotorias Especializadas e
os Núcleos de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas ou Posto Avançado de
Atendimento Humanizado ao Migrante.
A Rede busca identificar e encaminhar adequadamente às
vítimas de violência doméstica e garantir a integralidade e humanização desta
assistência. A criação e promoção destes serviços especializados, por parte da
União, estados e municípios, estão previstas também na Lei Maria da Penha (lei
nº 11.340/2006), que completou oito anos no último dia 7 de agosto.
A Secretaria de Políticas para as Mulheres disponibiliza uma
lista completa, na internet, com dados sobre os serviços. Estas informações
também podem ser obtidas por meio do Disque 180. Saiba mais sobre a Rede de
Atendimento.
Disque-denúncia
O Disque 180 foi criado pela Secretaria de Políticas para as
Mulheres da Presidência da República (SPM-PR), em 2005, para servir de canal
direto de orientação sobre direitos e serviços públicos para a população
feminina em todo o País (a ligação é gratuita).
O canal é a principal porta de acesso aos serviços que
integram a rede nacional de enfrentamento à violência contra a mulher, sob
amparo da Lei Maria da Penha, e base de dados privilegiada para a formulação
das políticas do governo federal nessa área.
Visando aperfeiçoar o atendimento, a SPM transformou o
Disque 180 em disque-denúncia, em março de 2014. No novo formato, as denúncias
recebidas são encaminhadas aos sistemas de Segurança Pública e Ministério
Público de cada um dos estados e Distrito Federal. Essa mudança significa
tratamento às denúncias com maior agilidade e eficácia.
Dessa forma, a central dá início à apuração das denúncias ao
mesmo tempo em que mantém a função de prestar informação e orientação a quem
ligar. As ligações são gratuitas e o serviço funciona 24 horas.
Comunidades rurais
Existem também os serviços que atendem as populações mais
afastadas dos grandes centros. No último ano, unidades móveis passaram a
atender vítimas de violência nas áreas rurais e de floresta nos estados e no
Distrito Federal.
Os veículos fazem parte das ações do programa de combate à
violência contra a mulher e circulam nas áreas rurais, levando serviços de
segurança pública e de justiça previstos pela Lei Maria da Penha. Em sua
equipe, há profissionais para garantir assistência social, jurídica e
psicológica às mulheres vítimas de violência.
As unidades móveis são equipadas com duas salas de
atendimento, netbooks com roteador e pontos de internet, impressoras
multifuncionais (para digitalização de documentos e fotocópias), geradores de
energia, ar condicionado, projetor externo para telão, toldo, cadeiras, copa e
banheiro adaptados para a acessibilidade de pessoas com deficiência.
Nas viagens realizadas até setembro, além de receber
denúncias e acolher vítimas, foram promovidas ações como palestras
informativas, ações de enfrentamento à violência doméstica, serviços médicos,
ações esportivas e culturais, distribuição de materiais, atendimentos
individuais, rodas de conversa, pesquisas, informações sobre a Lei Maria da
Penha, entre outras atividades.
Os veículos têm percorrido áreas como assentamentos,
quilombos, comunidades ribeirinhas e regiões de campo e de floresta.
Estrutura física
Ainda com o objetivo de integrar serviços e orientar as
mulheres, a SPM decidiu implantar nas cidades a Casa da Mulher Brasileira. O
local reunirá os seguintes serviços: delegacias especializadas de atendimento à
mulher (Deam), juizados e varas, defensorias, promotorias, equipe psicossocial
(psicólogas, assistentes sociais, sociólogas e educadoras, para identificar
perspectivas de vida da mulher e prestar acompanhamento permanente) e equipe
para orientação ao emprego e renda. A estrutura física terá brinquedoteca e
espaço de convivência para as mulheres.
O acesso aos serviços de saúde (institutos médicos legais,
hospitais de referência e unidades básicas) e de abrigo será feito pela
logística de transporte gratuito, vinculada ao Disque 180 e à Casa da Mulher
Brasileira.
A iniciativa está em fase de implementação. Em alguns
estados, as obras já estão em andamento enquanto em outros se encontram na fase
de licitação.
Lei Maria da Penha
Há oito anos, no dia 7 de agosto de 2006, as mulheres
brasileiras conseguiram a sanção da Lei Maria da Penha, instituindo mecanismos
para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher.
A iniciativa tipifica a violência doméstica como uma das
formas de violação dos direitos humanos. Altera o Código Penal e possibilita
que agressores sejam presos em flagrante, ou tenham sua prisão preventiva
decretada, quando ameaçarem a integridade física da mulher.
Prevê, ainda, inéditas medidas de proteção para a mulher que
corre risco de vida, como o afastamento do agressor do domicílio e a proibição
de sua aproximação física junto à mulher agredida e aos filhos.
O processo de construção da Lei confunde-se com a história
da própria Maria da Penha, que é ativista pelos direitos das mulheres e
reconhecida internacionalmente pelo seu trabalho junto a mulheres vítimas de
violência.
Fonte:
Portal Brasil com informações da Secretaria de Políticas
para as Mulheres
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