Na hora de se unir, o casal supervaloriza o bom e nega o ruim; para se separar, minimiza o bom e maximiza o ruim. Para casais que não têm filhos, essa separação pode até ocorrer de maneira tranquila. Entretanto, quando existem filhos, ela tem de ser muito cuidadosa porque, na realidade, é o casal que se desfaz, porém os papéis de pai e mãe permanecem, e os filhos continuam ligados aos dois, apesar de ambos já não terem elos entre si. #educação #atenção
Içami Tiba
terça-feira, 13 de janeiro de 2015
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
Advogados em Santarém Pará - WhatsApp
WhatsApp (93)98814 4217, mais um canal para que amigos, clientes e parceiros entrem em contato de forma simples e rápida.
Hoyos Advocacia em Santarém /Pará
Hoyos Advocacia em Santarém /Pará
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
LUTA CONTRA A VIOLÊNCIA À MULHER - LEI MARIA DA PENHA
Brasil tem mais de mil serviços especializados em
atendimento à mulher.
Em dez anos, o número de serviços especializados de
atendimento à mulher teve um aumento de 309%. O total de atividades
especializadas cresceu de 332 para 1.027.
Algumas dessas iniciativas que compõem a Rede de Atendimento
às Mulheres em Situação de Violência são: Delegacias Especializadas de
Atendimento à Mulher (Deams), Casas Abrigo, Juizados de Violência Doméstica e
Familiar, serviços de Saúde, Centros de Referência de Atendimento à Mulher
(Ceams) e núcleos ou postos de enfrentamento ao tráfico de pessoas.
Neste total, estão contabilizados, além das Deams, Ceams e
Casas Abrigo, os Juizados, Varas Especializadas e Varas Adaptadas; os Núcleos
de Atendimento Especializado da Defensoria Pública; os Núcleos dos Ministérios
Públicos Estaduais Especializados em Violência ou Promotorias Especializadas e
os Núcleos de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas ou Posto Avançado de
Atendimento Humanizado ao Migrante.
A Rede busca identificar e encaminhar adequadamente às
vítimas de violência doméstica e garantir a integralidade e humanização desta
assistência. A criação e promoção destes serviços especializados, por parte da
União, estados e municípios, estão previstas também na Lei Maria da Penha (lei
nº 11.340/2006), que completou oito anos no último dia 7 de agosto.
A Secretaria de Políticas para as Mulheres disponibiliza uma
lista completa, na internet, com dados sobre os serviços. Estas informações
também podem ser obtidas por meio do Disque 180. Saiba mais sobre a Rede de
Atendimento.
Disque-denúncia
O Disque 180 foi criado pela Secretaria de Políticas para as
Mulheres da Presidência da República (SPM-PR), em 2005, para servir de canal
direto de orientação sobre direitos e serviços públicos para a população
feminina em todo o País (a ligação é gratuita).
O canal é a principal porta de acesso aos serviços que
integram a rede nacional de enfrentamento à violência contra a mulher, sob
amparo da Lei Maria da Penha, e base de dados privilegiada para a formulação
das políticas do governo federal nessa área.
Visando aperfeiçoar o atendimento, a SPM transformou o
Disque 180 em disque-denúncia, em março de 2014. No novo formato, as denúncias
recebidas são encaminhadas aos sistemas de Segurança Pública e Ministério
Público de cada um dos estados e Distrito Federal. Essa mudança significa
tratamento às denúncias com maior agilidade e eficácia.
Dessa forma, a central dá início à apuração das denúncias ao
mesmo tempo em que mantém a função de prestar informação e orientação a quem
ligar. As ligações são gratuitas e o serviço funciona 24 horas.
Comunidades rurais
Existem também os serviços que atendem as populações mais
afastadas dos grandes centros. No último ano, unidades móveis passaram a
atender vítimas de violência nas áreas rurais e de floresta nos estados e no
Distrito Federal.
Os veículos fazem parte das ações do programa de combate à
violência contra a mulher e circulam nas áreas rurais, levando serviços de
segurança pública e de justiça previstos pela Lei Maria da Penha. Em sua
equipe, há profissionais para garantir assistência social, jurídica e
psicológica às mulheres vítimas de violência.
As unidades móveis são equipadas com duas salas de
atendimento, netbooks com roteador e pontos de internet, impressoras
multifuncionais (para digitalização de documentos e fotocópias), geradores de
energia, ar condicionado, projetor externo para telão, toldo, cadeiras, copa e
banheiro adaptados para a acessibilidade de pessoas com deficiência.
Nas viagens realizadas até setembro, além de receber
denúncias e acolher vítimas, foram promovidas ações como palestras
informativas, ações de enfrentamento à violência doméstica, serviços médicos,
ações esportivas e culturais, distribuição de materiais, atendimentos
individuais, rodas de conversa, pesquisas, informações sobre a Lei Maria da
Penha, entre outras atividades.
Os veículos têm percorrido áreas como assentamentos,
quilombos, comunidades ribeirinhas e regiões de campo e de floresta.
Estrutura física
Ainda com o objetivo de integrar serviços e orientar as
mulheres, a SPM decidiu implantar nas cidades a Casa da Mulher Brasileira. O
local reunirá os seguintes serviços: delegacias especializadas de atendimento à
mulher (Deam), juizados e varas, defensorias, promotorias, equipe psicossocial
(psicólogas, assistentes sociais, sociólogas e educadoras, para identificar
perspectivas de vida da mulher e prestar acompanhamento permanente) e equipe
para orientação ao emprego e renda. A estrutura física terá brinquedoteca e
espaço de convivência para as mulheres.
O acesso aos serviços de saúde (institutos médicos legais,
hospitais de referência e unidades básicas) e de abrigo será feito pela
logística de transporte gratuito, vinculada ao Disque 180 e à Casa da Mulher
Brasileira.
A iniciativa está em fase de implementação. Em alguns
estados, as obras já estão em andamento enquanto em outros se encontram na fase
de licitação.
Lei Maria da Penha
Há oito anos, no dia 7 de agosto de 2006, as mulheres
brasileiras conseguiram a sanção da Lei Maria da Penha, instituindo mecanismos
para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher.
A iniciativa tipifica a violência doméstica como uma das
formas de violação dos direitos humanos. Altera o Código Penal e possibilita
que agressores sejam presos em flagrante, ou tenham sua prisão preventiva
decretada, quando ameaçarem a integridade física da mulher.
Prevê, ainda, inéditas medidas de proteção para a mulher que
corre risco de vida, como o afastamento do agressor do domicílio e a proibição
de sua aproximação física junto à mulher agredida e aos filhos.
O processo de construção da Lei confunde-se com a história
da própria Maria da Penha, que é ativista pelos direitos das mulheres e
reconhecida internacionalmente pelo seu trabalho junto a mulheres vítimas de
violência.
Fonte:
Portal Brasil com informações da Secretaria de Políticas
para as Mulheres
segunda-feira, 21 de julho de 2014
CHILDHOOD BRASIL PELA PROTEÇÃO DA INFÂNCIA - Canais gratuitos para crianças e adolescentes possibilitam diálogos sobre assédio sexual
Os serviços Alô123 e Helpline.br foram criados para atender crianças e adolescentes em busca de ajuda ou orientação, sobre situações importantes e delicadas em que possam vivenciar.
As duas iniciativas estão em funcionamento para dialogar com crianças e adolescentes que precisam de ajuda, orientação e dicas de como agir diante de questões pessoais em suas vidas. Uma delas é o Alô123, uma linha telefônica gratuita para conversar sobre dúvidas, medos e até mesmo pedir ajuda sobre como agir. A outra é o Hepline.br, um canal gratuito de chat e e-mail criado para ensinar formas seguras de usar a Internet.
Veja como funcionam:
Veja como funcionam:
Alô123
O serviço existe desde 2009 e já recebeu mais de cinco mil ligações. O objetivo é permitir um espaço de comunicação livre, sem receios ou restrições, e possibilitar o esclarecimento de dúvidas, propor ideias, pedir ajuda, conversar sobre medos e angustias. A intenção do Alô123 é criar um canal de diálogo, um espaço de troca e conhecimento, sem pressão, julgamento ou reprimendas.
O serviço é realizado pelo Instituto Noos e composto por uma equipe de profissionais com larga experiência na área da criança e do adolescente.
Para acessar é muito simples: se você estiver no estado do Rio de Janeiro, ligue gratuitamente para o número 0800 0 123 123. O horário de funcionamento é de segunda à sexta das 8h às 20h, exceto feriados. Para todo o Brasil, é possível conversar via chat, a partir do site www.123alo.org.br, das 9h às 12h e das 15h às 17h.
O serviço existe desde 2009 e já recebeu mais de cinco mil ligações. O objetivo é permitir um espaço de comunicação livre, sem receios ou restrições, e possibilitar o esclarecimento de dúvidas, propor ideias, pedir ajuda, conversar sobre medos e angustias. A intenção do Alô123 é criar um canal de diálogo, um espaço de troca e conhecimento, sem pressão, julgamento ou reprimendas.
O serviço é realizado pelo Instituto Noos e composto por uma equipe de profissionais com larga experiência na área da criança e do adolescente.
Para acessar é muito simples: se você estiver no estado do Rio de Janeiro, ligue gratuitamente para o número 0800 0 123 123. O horário de funcionamento é de segunda à sexta das 8h às 20h, exceto feriados. Para todo o Brasil, é possível conversar via chat, a partir do site www.123alo.org.br, das 9h às 12h e das 15h às 17h.
Helpline.br
O canal tem por objetivo permitir às crianças e adolescentes uma navegação segura na Internet, com orientação em casos de violência on-line, tais como humilhação, intimidação, chantagem, tentativa de violência sexual ou exposição forçada em fotos ou filmes sensuais.
O serviço também pode ser acessado pelos familiares ou pessoas responsáveis pela vítima. Do outro lado da linha, estarão psicólogos preparados para atender as demandas e dar o encaminhamento necessário. Não é um serviço de psicoterapia, mas sim, de orientação. Para acessar, visite a página http://www.safernet.org.br/site/webline, coordenada pela Safernet
O canal tem por objetivo permitir às crianças e adolescentes uma navegação segura na Internet, com orientação em casos de violência on-line, tais como humilhação, intimidação, chantagem, tentativa de violência sexual ou exposição forçada em fotos ou filmes sensuais.
O serviço também pode ser acessado pelos familiares ou pessoas responsáveis pela vítima. Do outro lado da linha, estarão psicólogos preparados para atender as demandas e dar o encaminhamento necessário. Não é um serviço de psicoterapia, mas sim, de orientação. Para acessar, visite a página http://www.safernet.org.br/site/webline, coordenada pela Safernet
segunda-feira, 9 de junho de 2014
Riscos e consequências do sexting e Selfie com nudez
SaferNet em
parceria com a Agência Propeg continua com a campanha global de
conscientização.
A campanha ganhou espontaneamente o apoio e reconhecimento
internacional de personalidades, órgãos de governos estrangeiros, especialistas
em design, publicidade e diretores de grandes empresas.
Uma pesquisa realizada pela SaferNet e GVT em 2013, com 2.834 jovens brasileiros, revelou que 20% diz já ter recebido conteúdos de
sexting e selfie com nudez e 6%
reenviou estas imagens a outras pessoas. A maior preocupação relacionada a esta
prática de compartilhamento é que uma vez online, perde-se completamente o
controle da foto ou vídeo íntimo publicado.
Os adolescentes e jovens devem fazer boas escolhas na rede, sabendo
administrar suas publicações e compartilhamentos para evitar arrependimentos e
situações de perigo pois existem muitas pessoas mal intencionadas que se
aproveitam de imagens postadas nas redes sociais.
Para a coordenadora psicossocial do SaferNet, a
psicóloga e psicanalista Juliana Cunha, os adolescentes e jovens encontraram
nos smartphones uma nova maneira de expressar sua sexualidade. ”O selfie com
nudez é mais um jogo sexual, numa fase de descobertas que sempre aconteceu na
adolescência. O problema é que agora existe uma plateia enorme assistindo a
cena e julgando a vítima através das redes sociais”, observa.
Segundo Juliana, uma das fontes de prazer sexual é o olhar e
compartilhar essas imagens pode excitar sexualmente os envolvidos. “Para
alguns, o fato de se relacionar sexualmente com um completo desconhecido de
forma anônima pode ser muito excitante.”
Obviamente os pontos positivos não eliminam os riscos
ligados ao sexting, mas a psicóloga atenta para o fato de que a prática pode
ser saudável quando envolve pessoas com maturidade e entendimento para
consentir e se responsabilizar por seus atos.
“O desafio das interações nestes ambientes recai sobre a
nossa responsabilidade. Creio que nunca fomos tão responsáveis por nossos atos
e os de outrem como somos atualmente”, finaliza Juliana.
Sobre o SaferNet
Desde 2012, a ONG SaferNet Brasil oferece um serviço
gratuito de ajuda e orientação psicológica online para crianças, adolescentes e
jovens que estejam vivenciando alguma situação de risco ou perigo na web. Uma
equipe de psicólogos especializados faz o acolhimento e orienta as vítimas em
como proceder. Tudo é feito online e de forma anônima e segura, através do
endereço: www.canaldeajuda.org.br. O
serviço é o único do país que promove os Direitos Humanos na Internet, e é
reconhecido e autorizado a funcionar pelo Conselho Federal de Psicologia.
segunda-feira, 19 de maio de 2014
Childhood Brasil lança campanha durante o mundial de futebol 2014
Childhood Brasil lança campanha pela defesa da infância do
adolescente durante o mundial de futebol.
Um alerta para que o Brasil jogue na defesa. Sim, na defesa,
mas dos direitos de crianças e adolescentes. “É importante que todos denunciem
pois esse é um papel de todos nós: proteger as crianças e os adolescentes; não
só em ano de Copa, mas pelo resto de nossas vidas.”.
Chegou a hora. Faltam poucos dias e o Brasil entrou em ritmo
de expectativa para o início do Mundial de Futebol. O evento vai testar a
qualidade da nossa seleção, mas também a nossa capacidade de organização, de
recepção de turistas, de infraestrutura e de segurança. No que diz respeito à
proteção da infância e da adolescência, uma grande mobilização vem sendo
organizada desde 2012, envolvendo governos, empresas e organizações da
sociedade civil em defesa dos direitos
de crianças e adolescentes durante o Mundial de Futebol.
O objetivo é sensibilizar e alertar turistas, torcedores e a
população brasileira sobre a imprescindível necessidade de evitarmos qualquer
tipo de violência contra crianças e adolescentes durante o Mundial. A
divulgação começou um pouco antes do 18 de maio, o Dia Nacional de Combate ao
Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. “Estamos empenhados em
dar visibilidade ao assunto, pois acreditamos que a informação e o engajamento
de todos são uma arma para enfrentar o problema”, diz Ana Maria Drummond,
diretora-executiva da Childhood Brasil. “Queremos contribuir para que esse
megaevento deixe um legado positivo para crianças e adolescentes brasileiros”.
Para levar a mensagem a turistas nacionais e estrangeiros e
também para toda a população, a Childhood Brasil contará com o apoio dos canais
de comunicação de parceiros estratégicos como Atlantica Hotels, EY (antes Ernst
& Young), GRU Airport, Grupo CCR, Secretaria de Direitos Humanos da
Presidência da República e a TAM Linhas Aéreas. “Os parceiros envolvidos
entendem que seu papel é também levar a mensagem por todo o Brasil. É
importante que todos os brasileiros ajudem, compartilhem o vídeo e deem voz a
esta causa, para que mais pessoas conheçam o problema e saibam como agir pela
proteção de nossas crianças”, explica Anna Flora Werneck, coordenadora de
programas da Childhood Brasil.
Prevenção
Por conta das jogos, haverá grande concentração de pessoas
não apenas nas cidades-sede, mas em todo o território nacional. Com a
antecipação das férias escolares, aumenta o risco para crianças e adolescentes.
Protegê-las e evitar situações de vulnerabilidade é o objetivo da campanha.
Diante desse cenário, a cadeia de turismo torna-se uma parceira estratégica
para disseminar a informação. Desde o momento em que o turista chega ao país,
se hospeda e circula pelas estradas ou pelo espaço aéreo, ele pode ser
impactado sobre o tema através do filme e materiais impressos criados pela
organização para atuar como um agente defensor da causa.
Como Proteger
Vamos dar as mãos por essa causa, em defesa dos direitos da
criança e adolescente. Para atuar como um agente de proteção da infância e
denunciar casos de violências contra crianças e adolescentes, disque 100, o
número do Disque-Denúncia Nacional. Para conhecer outras formas de agir, Clique
aqui E não esqueça de compartilhar a campanha. Quanto mais gente compartilhar,
mais pessoas terão acesso a ela. A informação é nossa principal arma para enfrentar
esse problema!
Faça parte dessa iniciativa, para que possamos garantir a
proteção da infância durante os jogos, deixando um legado positivo para toda a
sociedade brasileira.
terça-feira, 1 de abril de 2014
Exploração infantil
Abril - mês de combate à exploração infantil, estudos, pesquisas e metodologias da Childhood Brasil.
Proteger a criança e o adolescente da violência sexual é um grande desafio até mesmo para os profissionais da área. O que fazer quando há a suspeita de um caso de abuso dentro de sala de aula ou na comunidade? Como abordar o tema tão delicado com crianças e adolescentes em um trabalho preventivo? Qual é o caminho para a resolução de um caso depois de feita uma denúncia? Como abordar este tema em diferentes setores e com diferentes profissionais. A sessão de publicações sobre o tema traz diversos materiais de metodologias desenvolvidas pela Childhood Brasil e por outras instituições parceiras.
Ao acessar as publicações, você terá acesso a diversos estudos, pesquisas e metodologias desenvolvidas pela Childhood Brasil. Para visualizar ou fazer download, basta acessar a página de publicações (http://www.childhood.org.br/entenda-a-questao/publicacoes) e selecionar o arquivo desejado. Para fazer o download gratuito dos materiais, é necessário preencher um formulário com seu nome, e-mail, cidade e estado, já que as obras são licenciadas.
Proteger a criança e o adolescente da violência sexual é um grande desafio até mesmo para os profissionais da área. O que fazer quando há a suspeita de um caso de abuso dentro de sala de aula ou na comunidade? Como abordar o tema tão delicado com crianças e adolescentes em um trabalho preventivo? Qual é o caminho para a resolução de um caso depois de feita uma denúncia? Como abordar este tema em diferentes setores e com diferentes profissionais. A sessão de publicações sobre o tema traz diversos materiais de metodologias desenvolvidas pela Childhood Brasil e por outras instituições parceiras.
Ao acessar as publicações, você terá acesso a diversos estudos, pesquisas e metodologias desenvolvidas pela Childhood Brasil. Para visualizar ou fazer download, basta acessar a página de publicações (http://www.childhood.org.br/entenda-a-questao/publicacoes) e selecionar o arquivo desejado. Para fazer o download gratuito dos materiais, é necessário preencher um formulário com seu nome, e-mail, cidade e estado, já que as obras são licenciadas.
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